[Abertura]
Ignore o que o povo diz
vista um terno para ir ao supermercado
ou correr até a banca de jornal, se você sente que deve
Roupas
Devem ser
a expressão de
seu eu interior, mas
elas devem também mostrar
uma certa dose de cortesia.
vestir-se adequadamente é um
gesto de bondade,
para si e para os outros
[Abertura]
Ignore o que o povo diz
vista um terno para ir ao supermercado
ou correr até a banca de jornal, se você sente que deve
Roupas
Devem ser
a expressão de
seu eu interior, mas
elas devem também mostrar
uma certa dose de cortesia.
vestir-se adequadamente é um
gesto de bondade,
para si e para os outros
'thinker, dreamer, consumer' foi o título dado por Angelo Flaccavento, conceituado crítico de moda, a exposição curada por ele na última edição da mais importante feira de moda masculina, a Pitti Uomo em Florença.
A curadoria comissionada pela própria feira juntamente com a loja virtual thecorner.com para o espaço entitulado Vestirsi da Uomo (Vestido como um homem) traz a perspectiva de Flaccavento para o que seria o guarda-roupa ideal do homem contemporâneo.
[Insinuação]
Crie seu próprio guarda-roupa de acordo com a ideia que você tem de você em mente. Deixe o imaterial dar forma a sua persona, sem restriçoes ou limites de qualquer tipo. Listras e estampas incompatíveis podem ser para você o que o total preto ou o cinza é para os outros, mas esta é somente a questão do todo que é o jogo da moda.
As peças que compunham este guarda-roupa, e a exposição, estavam diretamente conectadas a personalidade de Angelo, que possui um estilo bem desenhando e marcante.
No texto de apresentação da exposição, e no livro que a acompanhava o editor faz reflexões do que é em sua visão o vestir masculino hoje, dá dicas de o que observar e propõe exercícios aos homens contemporâneos.
[Exercício]
Aja vago.
Mantenha o essencial
visível aos olhos.
O que você vê
é o que você vê
não é você.
Cabe a você.
Angelo Flaccavento sugere referencias, propõe uma seleta cartela de cores, e nos convida - homens contemporâneos - a encarar a hora do vestir como uma jornada de auto conhecimento e exploração de um campo experimental, a moda, que admite erros e ajustes, que nos permite olhar para o passado como referencia, e para o presente como possibilidades múltiplas de composição.
André Ribeiro de Barros
Nota: os pequenos textos que acompanham o post são de autoria de Angelo Flaccavento e integram o volume 'thinker, dreamer, consumer' e foram traduzidos livremente pelo autor do post.
---André Ribeiro de Barros
Nota: os pequenos textos que acompanham o post são de autoria de Angelo Flaccavento e integram o volume 'thinker, dreamer, consumer' e foram traduzidos livremente pelo autor do post.













